Baú de elementos #03: Desenvolvendo elementos

Postado no dia 27 de junho de 2009 por Peres em Baú de Elementos

Manto do Despertar

Manto do Despertar
Tipo de Elemento: Objeto Magico
Origem: Em desenvolvimento

Como disse Thomas Edison:

Um gênio projeto é feito de 1% de inspiração e 99% de transpiração

Então vamos colocar a mão na massa de uma vez.

O que já existe no baú?

Temos um manto preto com capuz e alguns bordados em alto-relevo. Tal vestimenta, quando é usada, é capaz de despertar algo já existente dentro de cada pessoa e que encontrava-se adormecido — o que possibilita seu uso para o bem ou para o mal. Por esse motivo tal manto foi mantido entre os membros de certa família.

Nome: “Manto do Despertar”, uma sugestão do Chico nos comentários do post anterior.

Continuando…

Mesmo sem definir uma época  já temos duas informações importantes: uma cidade a ser criada e uma família guardiã de nosso objeto mágico.
Pensando que uma família não muito poderosa não se arriscaria em uma cidade abarrotada de criminosos e  curioso,  eles acabariam escolhendo um lugar mais calmo para viver.

Mas como essa família se comporta perante a presença de tal objeto?  Ele seria passado através de seus membros? Seguiria algo mais matriarcal?

Buscando duas vertentes históricas para o surgimento de tal capuz encontrei: algo matriarcal pode ter sido criado por bruxas medievais ou adoradores de entidades femininas, caso contrário pode ter sido algo vindo de druidas, magos ou feiticeiros mais tradicionalistas. Assim tudo seguiria uma cultura machista, o que era normal na maioria das civilizações em épocas antigas.

Ritual de Criacao do Manto

Como capuz me lembra muito a Sheila do D&D e outros personagens femininos, vamos traçar uma origem matriarcal para nosso capuz?

E temos algo, finalmente!

Um capuz criado por antigas sacerdotisas e passado através de gerações entre mães e filhas está escondido em uma pequena cidade.

Hora de escolher uma época não é mesmo?

E chega de “embromation” , nosso elemento já tem características suficientes para avançarmos na criação de um cenário mais evoluído e para isso já está em tempo de pensarmos sobre qual época vamos seguir escrevendo.

Quais são as opções?

  • Uma pequena aldeia medieval?
  • Um povoado isolado em pleno velho oeste?
  • Uma cidadezinha interiorana num cenário contemporâneo?
  • Escombros e ruínas num cenário pós-apocalíptico?

Agora é com vocês!

Mandem suas sugestões! A decisão final será tomada no próximo d3cast , vou levar todos os comentários daqui para discutir no ar em qual época esse elemento será criado.

Até lá…

Ao som de: You’ll Never Get Over Me – A-Ha

7 Comentários

Túlio d Bard

27 de junho de 2009

Escombros e ruínas parece muito interessante. daria uma distância considerável da época da criação do item, o que permitiria que houvessem uma série de lendas ligadas à ele. Histórias relacionadas ao Mando do Despertar serviria de exemplo para a organização.

Provavelmente deve ser necessário mais do que apenas ser da família para receber o Manto. Talvez um ritual ou teste fosse preciso para verificar se a pessoa é digna ou algo assim. Isso ajudaria a evitar o uso inadequado do artefato.

Além de manter o Manto longe do mal, o que a família faz?

Phil Souza

27 de junho de 2009

Como assim eu perdi o baú de elementos do Bruno Peres?
Não quero uma pequena aldeia medieval por que é tão comum – pelo menos para mim – que não teria a menor graça…

Eu fico entre um cenário de velho oeste ou em um cenário pós-apocaliptico. velho oeste por que eu gosto do gênero e pronto acabou.

O pós-apocaliptico por que em um cenário decadente aonde uma série de motivações humanas se perdem um manto que desperte algo mais dentro de qualquer pessoa pode ser interessante. Penso em muitas histórias com isso.

Shin

27 de junho de 2009

Nosssa!
Realmente muito bom,

Eu quando penso na sheila tenho sempre a visão de “planos alteranativos”, seja qual for a “forma” dele. (Eu não tenho nem ideia do motivo disso)

Bem, eu gosto muito do “Steam Punk” e o mais proximo disso é velho oeste :)

Abraços e até!

franciolli araujo

28 de junho de 2009

Concordo com o Phil: “cenário medieval é muito comum pra mim”, que tal um cenário pós-apocalíptico?

Peres

29 de junho de 2009

Provavelmente deve ser necessário mais do que apenas ser da família para receber o Manto. Talvez um ritual ou teste fosse preciso para verificar se a pessoa é digna ou algo assim. Isso ajudaria a evitar o uso inadequado do artefato.

Além de manter o Manto longe do mal, o que a família faz?

Achei muito boa essa observação do Túlio d Bard.
Que tal se o atual guardião do Manto tivesse a missão de preparar o próximo? Algo como mestre e aprendiz?

Túlio d Bard

30 de junho de 2009

Hell yeah!
Mestre e Aprendiz! O tipo de coisa que pede pra dar errado um dia!
Ou talvez o “escolhido” seja preparado por vários mestres, ao invés de apenas um, desde o nascimento. Isso abre espaço para que haja um deles com interesses em corromper o pupilo.

Chico

3 de julho de 2009

Essa tradição mestre-aprendiz é realmente uma boa para o Manto do Despertar.Fico imaginando como essa herança se relacionaria com os PC’s num cenário pós apocalíptico.
Pensei na possibilidade de lidar com o destino de uma personagem, e por tabela do restante do grupo, da seguinte maneira:
Gostei da relação traçada entre a feminilidade e o Manto, então o pivô da trama será uma mercenária (fútil, de preferência) que, durante a exploração de ruínas de um culto ancestral, descobre o item e entra em contato com os cultistas remanescentes. Estes a reconhecem como “A Escolhida”, que irá trazer novamente a luz para a sua ordem. Seja no sentido de aceitar seu destino e iniciar seu treinamento, ou ridicularizar a crença dos cultistas, comprando uma briga contra eles, essa história certamente vai se desenrolar em um enredo interessante.
Até!

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