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	<title>Comentários sobre: Videogame de Papel (ou &#8220;A Malvada da WotC&#8221;)</title>
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	<description>Divulgando o RPG no Brasil</description>
	<lastBuildDate>Sat, 25 Feb 2012 06:21:03 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Francisco de Assis do Nascimento Silva Junior</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-1562</link>
		<dc:creator>Francisco de Assis do Nascimento Silva Junior</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 03:53:00 +0000</pubDate>
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		<description>Eu estava vagando na madrugada e encontrei esse debate antigo aqui. Não conheço nenhum de vocês e provavelmente não chegarei a conhecer, mas sinceramente gostei do debate. Vou lançar aqui minha opinião.

Eu comecei a jogar D&amp;D com o box da Grow; era humilde, elfo era classe (alguém se lembra disso?), mas era divertido. E eu nunca fui do tipo que se preocupa em ser &quot;o mais poderoso&quot;, eu só queria cumprir as missões, recuperar um artefato sagrado, salvar os parentes de alguém, seja lá o que fosse... podia ser um cachorro perdido, eu achava mais importante chegar no final do dungeon e cumprir minha missão do que contabilizar minhas recompensas e me gabar de quanto damage eu provoquei com apenas um ataque em um monstro.

Daí veio o Ad&amp;d, e nessa época eu já mestrava. Juntando o material em inglês e o material em português, era uma montanha de livros que dava nos nervos. Então, eu li a maioria, tirei tudo que eu podia usar, deixei todo o resto de fora e sempre dizia aos meus jogadores — Esqueçam os livros, vocês só precisam saber o basico das regras. A maioria realmente achava que conhecer o máximo de regras daria alguma &quot;vantagem&quot;, e eu nunca deixei isso acontecer. Não é sobre regras, é sobre um personagem, sobre uma história, e eu não deixava uma regra qualquer atrapalhar o andamento da história. Argumentar todo mundo pode, mas a palavra final sempre foi minha, para evitar os famosos combos e que algum jogador resolvesse monopolizar a sessão.

Chegou a 3ª ed; caramba, tinha livro até pra dançar lambada! É sério, Guia Completo da Terra dos Ursinhos Carinhosos, com a ficha completa dos inimigos deles e uma descrição detalhada dos terrenos e afins. Eu quase chorei, mais uma vez lá fui eu, aprendendo sistema, e decidi fazer o mesmo que eu fazia em Ad&amp;d: regra chata que não influi nem contribui, sai fora e deixa a gente jogar em paz. Consegui passar pelo 3, e pelo 3.5 (hauahiauh fala sério, só faltou 3.6,3.7,3.8, e 3.9 antes da 4.0), sem maiores danos.

Agora vem chegando a nova edição, eu podia estar preocupado, podia estar com medo, podia estar reclamando, mas não eu tô lendo, lendo sobre o sistema, vendo se meu grupo vai gostar e, sinceramente, ele vai, eles gostam de jogar, eles se divertem, com certeza tem boas regras, e algumas que eu vou jogar no grande lixão das regras que eu não uso. E nem adianta citar regra na mesa que eu digo &quot;essa é do lixo&quot; e acabou. Por essas e outras eu digo, se quiserem fazer a 5.0 ou a 8.0 façam. Eu vou continuar jogando rpg, vou continuar narrando batalhas épicas, cenas dramáticas. Vou continuar vivendo como um gnomo (se eu quiser fazer um humano baixinho e narigudo eu faço e não tem regra que diga o contrário), e usando as regras que eu considerar evoluções e esquecendo aquelas que eu considerar que apenas travam o andamento da aventura. Meu sistema é simples, porque ele é meu, não é o da TSR, não é o da Wizards, é meu, do Francisco, e ele continua 1.0, e vai continuar assim até eu morrer. É um prazer em jogar e criatividade acima de tudo, até das tão faladas regras. Dizem: &quot;Ai, eu não jogo sistema tal porque tem regras demais&quot;. Tira as regras meu irmão. &quot;Ai, eu não jogo sistema tal porque tem regras de menos&quot;. Cria as regras então, elemento. &quot;Não tem regras para roleplay&quot;. Ai meu saco! Você baseia seu ROLEPLAY, em regras????? &quot;Não gosto das regras de combate&quot;. Então usa as regras de combate que você gostar! Eu, nesse momento, tô usando uma calça jeans e uma camiseta de malha, eu não preciso usar uma calça jeans, uma camisa jeans, um sapato jeans, e um boné jeans. Do mesmo jeito, eu não preciso jogar do jeito que o cara que escreveu o livro quer, seja ele da quarta ou da Ducentésima edição.

Vamos jogar e chega de reclamar, toda vez que sai uma edição nova, vem esse nhemnhemnhem.

Agradeço o espaço e boas aventuras a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava vagando na madrugada e encontrei esse debate antigo aqui. Não conheço nenhum de vocês e provavelmente não chegarei a conhecer, mas sinceramente gostei do debate. Vou lançar aqui minha opinião.</p>
<p>Eu comecei a jogar D&amp;D com o box da Grow; era humilde, elfo era classe (alguém se lembra disso?), mas era divertido. E eu nunca fui do tipo que se preocupa em ser &#8220;o mais poderoso&#8221;, eu só queria cumprir as missões, recuperar um artefato sagrado, salvar os parentes de alguém, seja lá o que fosse&#8230; podia ser um cachorro perdido, eu achava mais importante chegar no final do dungeon e cumprir minha missão do que contabilizar minhas recompensas e me gabar de quanto damage eu provoquei com apenas um ataque em um monstro.</p>
<p>Daí veio o Ad&amp;d, e nessa época eu já mestrava. Juntando o material em inglês e o material em português, era uma montanha de livros que dava nos nervos. Então, eu li a maioria, tirei tudo que eu podia usar, deixei todo o resto de fora e sempre dizia aos meus jogadores — Esqueçam os livros, vocês só precisam saber o basico das regras. A maioria realmente achava que conhecer o máximo de regras daria alguma &#8220;vantagem&#8221;, e eu nunca deixei isso acontecer. Não é sobre regras, é sobre um personagem, sobre uma história, e eu não deixava uma regra qualquer atrapalhar o andamento da história. Argumentar todo mundo pode, mas a palavra final sempre foi minha, para evitar os famosos combos e que algum jogador resolvesse monopolizar a sessão.</p>
<p>Chegou a 3ª ed; caramba, tinha livro até pra dançar lambada! É sério, Guia Completo da Terra dos Ursinhos Carinhosos, com a ficha completa dos inimigos deles e uma descrição detalhada dos terrenos e afins. Eu quase chorei, mais uma vez lá fui eu, aprendendo sistema, e decidi fazer o mesmo que eu fazia em Ad&amp;d: regra chata que não influi nem contribui, sai fora e deixa a gente jogar em paz. Consegui passar pelo 3, e pelo 3.5 (hauahiauh fala sério, só faltou 3.6,3.7,3.8, e 3.9 antes da 4.0), sem maiores danos.</p>
<p>Agora vem chegando a nova edição, eu podia estar preocupado, podia estar com medo, podia estar reclamando, mas não eu tô lendo, lendo sobre o sistema, vendo se meu grupo vai gostar e, sinceramente, ele vai, eles gostam de jogar, eles se divertem, com certeza tem boas regras, e algumas que eu vou jogar no grande lixão das regras que eu não uso. E nem adianta citar regra na mesa que eu digo &#8220;essa é do lixo&#8221; e acabou. Por essas e outras eu digo, se quiserem fazer a 5.0 ou a 8.0 façam. Eu vou continuar jogando rpg, vou continuar narrando batalhas épicas, cenas dramáticas. Vou continuar vivendo como um gnomo (se eu quiser fazer um humano baixinho e narigudo eu faço e não tem regra que diga o contrário), e usando as regras que eu considerar evoluções e esquecendo aquelas que eu considerar que apenas travam o andamento da aventura. Meu sistema é simples, porque ele é meu, não é o da TSR, não é o da Wizards, é meu, do Francisco, e ele continua 1.0, e vai continuar assim até eu morrer. É um prazer em jogar e criatividade acima de tudo, até das tão faladas regras. Dizem: &#8220;Ai, eu não jogo sistema tal porque tem regras demais&#8221;. Tira as regras meu irmão. &#8220;Ai, eu não jogo sistema tal porque tem regras de menos&#8221;. Cria as regras então, elemento. &#8220;Não tem regras para roleplay&#8221;. Ai meu saco! Você baseia seu ROLEPLAY, em regras????? &#8220;Não gosto das regras de combate&#8221;. Então usa as regras de combate que você gostar! Eu, nesse momento, tô usando uma calça jeans e uma camiseta de malha, eu não preciso usar uma calça jeans, uma camisa jeans, um sapato jeans, e um boné jeans. Do mesmo jeito, eu não preciso jogar do jeito que o cara que escreveu o livro quer, seja ele da quarta ou da Ducentésima edição.</p>
<p>Vamos jogar e chega de reclamar, toda vez que sai uma edição nova, vem esse nhemnhemnhem.</p>
<p>Agradeço o espaço e boas aventuras a todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Tonho</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-626</link>
		<dc:creator>Tonho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 04:34:24 +0000</pubDate>
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		<description>Comentando com muito atraso... RPG não era sobre contar histórias?

Até mesmo as histórias de Conan tem descrições de cenários e diálogos interessantes antes de partir pra porrada (e falo com propriedade, tenho diversos livros de Conan aqui pra provar).

O D&amp;D WOW desestimulou num bocado estes detalhes, mas acho que a maioria dos jogadores não vai realmente notar a diferença.

Quanto aos Skill Challenge, eles sempre houveram na 3e. Basta olhar as regras opcionais do livro do mestre, as armadilhas do Canção e Silêncio (meu preferido, apesar de desatualizado) ou qualquer  trecho do livro completo do aventureiro. Na verdade, os livros voltados ao mestre recomendam dar XP e prêmios especiais por QUALQUER COISA QUE INCREMENTE A HISTÓRIA, seja ela mostrar o decote, desarmar armadilhas, sentir medo, etc...

Pra mim, o que tá matando um pouco a 4e é a falta de descrição dos elementos... Como alguém em cima lembrou, na 2e tinhamos até metodo de reprodução dos monstros, na 3e isso se perdeu... Na 4e até os detalhes sobre as raças dos jogadores se perdeu!

Eu me apego mais ao conceito de fantasia medieval, e não à marca D&amp;D, por isso com certeza não vou mestrar 4e e só jogarei se algum mestre chegar com uma idéia realmente interessante; Até o momento, o mais interessante de fantasia medieval ainda está na 3.5, no Ravenloft da 3e e em outros sistemas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comentando com muito atraso&#8230; RPG não era sobre contar histórias?</p>
<p>Até mesmo as histórias de Conan tem descrições de cenários e diálogos interessantes antes de partir pra porrada (e falo com propriedade, tenho diversos livros de Conan aqui pra provar).</p>
<p>O D&amp;D WOW desestimulou num bocado estes detalhes, mas acho que a maioria dos jogadores não vai realmente notar a diferença.</p>
<p>Quanto aos Skill Challenge, eles sempre houveram na 3e. Basta olhar as regras opcionais do livro do mestre, as armadilhas do Canção e Silêncio (meu preferido, apesar de desatualizado) ou qualquer  trecho do livro completo do aventureiro. Na verdade, os livros voltados ao mestre recomendam dar XP e prêmios especiais por QUALQUER COISA QUE INCREMENTE A HISTÓRIA, seja ela mostrar o decote, desarmar armadilhas, sentir medo, etc&#8230;</p>
<p>Pra mim, o que tá matando um pouco a 4e é a falta de descrição dos elementos&#8230; Como alguém em cima lembrou, na 2e tinhamos até metodo de reprodução dos monstros, na 3e isso se perdeu&#8230; Na 4e até os detalhes sobre as raças dos jogadores se perdeu!</p>
<p>Eu me apego mais ao conceito de fantasia medieval, e não à marca D&amp;D, por isso com certeza não vou mestrar 4e e só jogarei se algum mestre chegar com uma idéia realmente interessante; Até o momento, o mais interessante de fantasia medieval ainda está na 3.5, no Ravenloft da 3e e em outros sistemas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Emanoel Melo</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-428</link>
		<dc:creator>Emanoel Melo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 19:48:02 +0000</pubDate>
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		<description>O problema do D&amp;D não são as regras, mas a maneira em como muitos mestres e jogadores a tratam - geralmente ao pé da letra, sem flexibilidade e focados muito mais na ação pela evolução. É como nos MMORPGS: bater para bater cada vez melhor.
Semana passada o mestra da mesa em que eu jogo comentou: no D&amp;D tudo é adição, os modificadores vão se acumulando cada vez mais! Chegamos a um ponto em que os personagens são tão poderosos que precisamos de desafios cada vez mais poderosos para dar alguma emoção - e isso torna tudo muito iverossímel.
É por isso que eu digo, jogadores e mestres devem focar na história da mesa, e não nos números em suas planilhas. Aí é que está a graça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O problema do D&amp;D não são as regras, mas a maneira em como muitos mestres e jogadores a tratam &#8211; geralmente ao pé da letra, sem flexibilidade e focados muito mais na ação pela evolução. É como nos MMORPGS: bater para bater cada vez melhor.<br />
Semana passada o mestra da mesa em que eu jogo comentou: no D&amp;D tudo é adição, os modificadores vão se acumulando cada vez mais! Chegamos a um ponto em que os personagens são tão poderosos que precisamos de desafios cada vez mais poderosos para dar alguma emoção &#8211; e isso torna tudo muito iverossímel.<br />
É por isso que eu digo, jogadores e mestres devem focar na história da mesa, e não nos números em suas planilhas. Aí é que está a graça.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Eve Blood</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-383</link>
		<dc:creator>Eve Blood</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 20:44:32 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote&gt;Nem vou entrar no mundo dos games, pra não criar ainda mais polêmica com os meus preferidos, que vão de Prince of Persia (sim, eu tenho um desses que corre pelas paredes… Mas ele é baseado no &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=vigyEjnT2PM&quot; title=&quot;Eu fazia esse combo!&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Strider Hyriu&lt;/a&gt; porque naquela época ainda não tinha esse Prince) até Shadow of Colossus, passando por todas as sagas Diablo, God of War, Soul Calibur, Final Fantasy, Resident Evil, Silent Hill, Metal Gear e até Warcraft (mas só o Warcraft III pois, por incrível que pareça, eu só não consigo gostar de WoW… Me sinto um ET por causa disso às vezes).&lt;/blockquote&gt;

Pois devias jogar WOW e ver que as regras de combate do 4.0 são a cópia esculpida e escarrada do WOW (em grupo, em dungeon, em raid).

E sim, essa é uma discussão sem fim. Eu já nem esquento minha cabeça mais com isso, porque a minha opinião resumida sobre o 4.0 é que foi um sistema direcionado pra outro púplico, pra outra geração que não é a minha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Nem vou entrar no mundo dos games, pra não criar ainda mais polêmica com os meus preferidos, que vão de Prince of Persia (sim, eu tenho um desses que corre pelas paredes… Mas ele é baseado no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=vigyEjnT2PM" title="Eu fazia esse combo!" rel="nofollow">Strider Hyriu</a> porque naquela época ainda não tinha esse Prince) até Shadow of Colossus, passando por todas as sagas Diablo, God of War, Soul Calibur, Final Fantasy, Resident Evil, Silent Hill, Metal Gear e até Warcraft (mas só o Warcraft III pois, por incrível que pareça, eu só não consigo gostar de WoW… Me sinto um ET por causa disso às vezes).</p></blockquote>
<p>Pois devias jogar WOW e ver que as regras de combate do 4.0 são a cópia esculpida e escarrada do WOW (em grupo, em dungeon, em raid).</p>
<p>E sim, essa é uma discussão sem fim. Eu já nem esquento minha cabeça mais com isso, porque a minha opinião resumida sobre o 4.0 é que foi um sistema direcionado pra outro púplico, pra outra geração que não é a minha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cobbi</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-96</link>
		<dc:creator>Cobbi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 15:35:09 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Cristiano Lagame escreveu:&lt;/strong&gt;
Concordo que o foco do D&amp;D é o que você e seu grupo quiser, já joguei em mesas que levava meses para ocorrer um combate, e todos adoravam, isso depende muito do mestre.&lt;/blockquote&gt;

Olá Cristiano,

Combate não é o único tipo de ação que pode existir num jogo de D&amp;D — ainda que seja o principal. 

Discussões, contra-argumentações, debates, perseguições, invasões, fugas, enigmas, puzzles e muitos outros desafios podem compor o cerne de uma campanha de ação. Tanto é, que agora na 4E temos um sistema de premiação para os personagens por esse tipo de encontro (&lt;em&gt;noncombat encounters&lt;/em&gt;).

Contudo, eu entendo o que você quer dizer. Tive um Mestre de D&amp;D (&lt;a href=&quot;http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=17982737222948521614&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Ricardo &quot;Dirty&quot;&lt;/a&gt;, um dos melhores, por sinal) que também deixava os combates em segundo plano (mestrando AD&amp;D em  &lt;a href=&quot;http://www.fraternityofshadows.com/DrawingRoom/Ravenloft_Products/1st_2nd_Edition/RequiemTheGrimHarvest.htm&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Ravenloft&lt;/a&gt;). 

Tínhamos muitos encontros por sessão — a maioria diálogos de cunho psicológico/emocional fortíssimo, enigmas muito intrigantes e puzzles extremamente bem costurados na trama do cenário. 

Enfrentávamos uma média de um combate a cada três sessões; eram batalhas épicas, pelas quais nossos personagens (e todo o povo inocente por quem lutávamos) sofriam conseqüências desastrosas. Dificilmente resolvíamos as coisas na pancada (e pensando bem, as coisas teriam sido muito mais simples nessa mesa agora com a 4E).

Sem sombra de dúvida, esse foi um dos melhores jogos da minha vida. Porém, hoje eu vejo que ele teria sido ainda melhor se o Dirty  tivesse adotado um outro sistema que dependesse mais dessa parte psicológica/emocional dos personagens — talvez o GURPS, CODA, Pendragon ou o próprio Storyteller Dark Ages — mas mantivesse a história em Ravenloft.

Enfim, dá pra jogar &quot;horror pessoal&quot; ou &quot;filosofia emocional&quot; no D&amp;D? Dá sim. Mas se o foco da história que o mestre quer contar é esse, é melhor reconsiderar e procurar algo mais adequado, que vai enriquecer ainda mais a campanha.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>Cristiano Lagame escreveu:</strong><br />
Concordo que o foco do D&amp;D é o que você e seu grupo quiser, já joguei em mesas que levava meses para ocorrer um combate, e todos adoravam, isso depende muito do mestre.</p></blockquote>
<p>Olá Cristiano,</p>
<p>Combate não é o único tipo de ação que pode existir num jogo de D&amp;D — ainda que seja o principal. </p>
<p>Discussões, contra-argumentações, debates, perseguições, invasões, fugas, enigmas, puzzles e muitos outros desafios podem compor o cerne de uma campanha de ação. Tanto é, que agora na 4E temos um sistema de premiação para os personagens por esse tipo de encontro (<em>noncombat encounters</em>).</p>
<p>Contudo, eu entendo o que você quer dizer. Tive um Mestre de D&amp;D (<a href="http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=17982737222948521614" rel="nofollow">Ricardo &#8220;Dirty&#8221;</a>, um dos melhores, por sinal) que também deixava os combates em segundo plano (mestrando AD&amp;D em  <a href="http://www.fraternityofshadows.com/DrawingRoom/Ravenloft_Products/1st_2nd_Edition/RequiemTheGrimHarvest.htm" rel="nofollow">Ravenloft</a>). </p>
<p>Tínhamos muitos encontros por sessão — a maioria diálogos de cunho psicológico/emocional fortíssimo, enigmas muito intrigantes e puzzles extremamente bem costurados na trama do cenário. </p>
<p>Enfrentávamos uma média de um combate a cada três sessões; eram batalhas épicas, pelas quais nossos personagens (e todo o povo inocente por quem lutávamos) sofriam conseqüências desastrosas. Dificilmente resolvíamos as coisas na pancada (e pensando bem, as coisas teriam sido muito mais simples nessa mesa agora com a 4E).</p>
<p>Sem sombra de dúvida, esse foi um dos melhores jogos da minha vida. Porém, hoje eu vejo que ele teria sido ainda melhor se o Dirty  tivesse adotado um outro sistema que dependesse mais dessa parte psicológica/emocional dos personagens — talvez o GURPS, CODA, Pendragon ou o próprio Storyteller Dark Ages — mas mantivesse a história em Ravenloft.</p>
<p>Enfim, dá pra jogar &#8220;horror pessoal&#8221; ou &#8220;filosofia emocional&#8221; no D&amp;D? Dá sim. Mas se o foco da história que o mestre quer contar é esse, é melhor reconsiderar e procurar algo mais adequado, que vai enriquecer ainda mais a campanha.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cristiano Lagame</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-59</link>
		<dc:creator>Cristiano Lagame</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:44:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://d3system.com.br/videogamedepapel/#comment-59</guid>
		<description>Concordo que o foco do D&amp;D é o que você e seu grupo quiser, já joguei em mesas que levava meses para ocorrer um combate, e todos adoravam, isso depende muito do mestre. Já vi mestre tentando copiar esse tipo de jogo e se ferrando.

Eu acho que tem que existir é bom senso do mestre e ponto final.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo que o foco do D&amp;D é o que você e seu grupo quiser, já joguei em mesas que levava meses para ocorrer um combate, e todos adoravam, isso depende muito do mestre. Já vi mestre tentando copiar esse tipo de jogo e se ferrando.</p>
<p>Eu acho que tem que existir é bom senso do mestre e ponto final.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: FreeSample</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-43</link>
		<dc:creator>FreeSample</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 04:26:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://d3system.com.br/videogamedepapel/#comment-43</guid>
		<description>Artigo muito bem estruturado e apresenta sua idéia sem imposições... até este ponto citado:
&lt;blockquote&gt;mas infelizmente não acompanhou o crescimento do mercado (i.e., não gastou dinheiro suficiente) e vai ficar pra trás. Darwin é isso.&quot;&lt;/blockquote&gt;
Seria feliz ou infelizmente a pessoa já ter, como disse, &quot;opções prontas, aprendidas, jogadas e divulgadas&quot;? Acredito que isto seja bem subjetivo, tal como o &quot;ficar para trás&quot;. 

Este ponto leva a entender que quem prefere (por opção, e não pela falta dela, que fique claro) ficar com seu, digamos, velho D&amp;D da grow, será uma pessoa ultrapassada. Mas &quot;condenar&quot; assim por causa de uma opção, acho extremado e mercantilista demais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo muito bem estruturado e apresenta sua idéia sem imposições&#8230; até este ponto citado:</p>
<blockquote><p>mas infelizmente não acompanhou o crescimento do mercado (i.e., não gastou dinheiro suficiente) e vai ficar pra trás. Darwin é isso.&#8221;</p></blockquote>
<p>Seria feliz ou infelizmente a pessoa já ter, como disse, &#8220;opções prontas, aprendidas, jogadas e divulgadas&#8221;? Acredito que isto seja bem subjetivo, tal como o &#8220;ficar para trás&#8221;. </p>
<p>Este ponto leva a entender que quem prefere (por opção, e não pela falta dela, que fique claro) ficar com seu, digamos, velho D&amp;D da grow, será uma pessoa ultrapassada. Mas &#8220;condenar&#8221; assim por causa de uma opção, acho extremado e mercantilista demais.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Dani</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-32</link>
		<dc:creator>Dani</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 12:31:45 +0000</pubDate>
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		<description>Oie Franciolli,

Uma coisa que eu senti muita falta no 3.0/3.5 foi falta de descrição no livro dos monstros (não sei se vc lembra, mas no AD&amp;D tinha até como as criaturas se reproduziam e tal).

Anyway... para mim nunca faltou fator estratégico mesmo sem matriz, porque, pelo menos no meu grupo, a gente sempre fez isso com a imaginação, com auxilio do mestre, etc (algo do tipo &quot;hey mestre, os caras estão mais para o lado, certo? se eu soltar uma bola de fogo mais para a esquerda da para evitar meus companheiros?&quot;). 

Concordo com você no sentido de que algumas pessoas das antigas se sentem abandonadas porque não se renovam, mas isso é apenas parte da realidade.

Eu sou uma das pessoas que bate o pé e faz questão de ir ao menos em todos os EIRPGs só por tradição, para encontrar as pessoas, para ver o que há de novo. Eu fiz isso mesmo quando todos os meus amigos insistiam que não valia a pena ir em encontros porque era chato, não tinha nada para fazer, etc.

Mas, ainda assim, eu me sinto um pouco abandonada as vezes. Acho que um pouco é minha culpa sim, por ser meio nostalgica, mas acho que um pouco é porque eu deixei de ser público alvo do meu RPG favorito. Não é que eu não ache que as coisas não devam ser atualizadas, reformuladas, etc, mas é que eu acho que com um pouco mais de trabalho você consegue fazer o pessoal mais antigo se sentir incluido.

Alias, na mesa de vidro no domingo um dos meninos do d3 (não lembro que foi, sorry) falou justamente pro pessoal antigo ir para o EIRPG, mestrar, fazer sua parte. Eu achei isso muito válido, e acho que cabe sim a nós participar um pouco mais na inclusão dos iniciantes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oie Franciolli,</p>
<p>Uma coisa que eu senti muita falta no 3.0/3.5 foi falta de descrição no livro dos monstros (não sei se vc lembra, mas no AD&amp;D tinha até como as criaturas se reproduziam e tal).</p>
<p>Anyway&#8230; para mim nunca faltou fator estratégico mesmo sem matriz, porque, pelo menos no meu grupo, a gente sempre fez isso com a imaginação, com auxilio do mestre, etc (algo do tipo &#8220;hey mestre, os caras estão mais para o lado, certo? se eu soltar uma bola de fogo mais para a esquerda da para evitar meus companheiros?&#8221;). </p>
<p>Concordo com você no sentido de que algumas pessoas das antigas se sentem abandonadas porque não se renovam, mas isso é apenas parte da realidade.</p>
<p>Eu sou uma das pessoas que bate o pé e faz questão de ir ao menos em todos os EIRPGs só por tradição, para encontrar as pessoas, para ver o que há de novo. Eu fiz isso mesmo quando todos os meus amigos insistiam que não valia a pena ir em encontros porque era chato, não tinha nada para fazer, etc.</p>
<p>Mas, ainda assim, eu me sinto um pouco abandonada as vezes. Acho que um pouco é minha culpa sim, por ser meio nostalgica, mas acho que um pouco é porque eu deixei de ser público alvo do meu RPG favorito. Não é que eu não ache que as coisas não devam ser atualizadas, reformuladas, etc, mas é que eu acho que com um pouco mais de trabalho você consegue fazer o pessoal mais antigo se sentir incluido.</p>
<p>Alias, na mesa de vidro no domingo um dos meninos do d3 (não lembro que foi, sorry) falou justamente pro pessoal antigo ir para o EIRPG, mestrar, fazer sua parte. Eu achei isso muito válido, e acho que cabe sim a nós participar um pouco mais na inclusão dos iniciantes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: d.Cobbi</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-31</link>
		<dc:creator>d.Cobbi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 05:55:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://d3system.com.br/videogamedepapel/#comment-31</guid>
		<description>Grande Bruno!!! 

Depois desse artigo primoroso e da espetacular defesa que tem feito do D&amp;D 4ª Edição, que na minha opinião ficou &lt;strong&gt;muito&lt;/strong&gt; melhor que os anteriores, e olha que eu jogo RPG desde que eu me conheço por gente (e vc sabe disso, afinal foi vc quem criou esse monstro que aqui vos escreve!).

Não tenho muito o que comentar além de expressar a minha imensa gratidão pela WotC ter lançado a 4E dando um refúgio para a nova geração de &lt;em&gt;players&lt;/em&gt; e trazendo uma opção mais moderna aos velhos &lt;em&gt;players&lt;/em&gt; que, como diz o D3, vão continuar &quot;castando magic missiles&quot;, mas sabem se adequar à reformas e não precisam ficar se prendendo à zona de conforto, como vc mencionou, para continuar tendo diversão.

Congratulations my dear Cousin! :-D 

d.Cobbi</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Bruno!!! </p>
<p>Depois desse artigo primoroso e da espetacular defesa que tem feito do D&amp;D 4ª Edição, que na minha opinião ficou <strong>muito</strong> melhor que os anteriores, e olha que eu jogo RPG desde que eu me conheço por gente (e vc sabe disso, afinal foi vc quem criou esse monstro que aqui vos escreve!).</p>
<p>Não tenho muito o que comentar além de expressar a minha imensa gratidão pela WotC ter lançado a 4E dando um refúgio para a nova geração de <em>players</em> e trazendo uma opção mais moderna aos velhos <em>players</em> que, como diz o D3, vão continuar &#8220;castando magic missiles&#8221;, mas sabem se adequar à reformas e não precisam ficar se prendendo à zona de conforto, como vc mencionou, para continuar tendo diversão.</p>
<p>Congratulations my dear Cousin! :-D </p>
<p>d.Cobbi</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Franciolli Araújo</title>
		<link>http://d3system.com.br/videogamedepapel/comment-page-1/#comment-30</link>
		<dc:creator>Franciolli Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 19:23:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://d3system.com.br/videogamedepapel/#comment-30</guid>
		<description>Caramba, quanta filosofia.

Pegando carona na conversa, como antigo jogador do primeiro D&amp;D, eu reclamei muito da falta de suporte de material descritivo nas terceiras edições.

Os livros &quot;descritivos&quot; de cenários abordavam muito mais as classes de prestígio, do que propriamente a descrição de geografia, história, costumes e relações entre os povos das regiões.

Em relação a Forgotten Realms, os livros que mais me impressionaram pela descrição foram o Silver Marches, Powers of Faerûn e o indiscutível Races of Faerûn, que infelizmente não ganhará uma versão traduzida.

Tenho certeza absoluta que a invasão de classes de prestígio e de milhares de talentos, tomando o espaço de material descritivo, foi o que decepcionou tanta gente, mais até que as matrizes de combate.

Essas, por sua vez, vieram resolver um problema, mas em compensação, acredito, geraram outro. Quando não se tinha a matriz o combate ocorria de maneira mais fluida e o fator estratégico era negligenciado, pois não existia regras que privilegiassem a estratégia, era chegar e atacar, pura e simplesmente. 

Com a matriz de combate, exigiu-se algo mais. Não basta dizer que seu personagem está nessa posição, você o vê nessa posição. Esse recurso visual pode atrapalhar muito quem desenvolveu ao longo dos anos, uma visão tridimensional dos combates.

Eu, por exemplo, sou limitado nesse sentido, pois desde que comecei a jogar, já usava matrizes de combate de papelão com miniaturas de chumbo.

Escuto de alguns mestres/jogadores de D&amp;D que sentem-se abandonados, mas isso ocorre principalmente - não que seja a mesma razão para todos, devido ao fato de que os antigos não &quot;se renovam&quot; e nem procuram renovar o seu grupo, quando estes deixam de ser tão assíduos. 

Alguns amam RPG, como eu, mas vemos alguns ao nosso redor perder o interesse, mas nos apegamos aos velhos hábitos, não frequentamos eventos de RPG para divulgar o hobbie, chamar mais gente para o jogo, somos bem diferentes do Caco (de Curitiba), que joga, que tem dois filhos que jogam com ele e ainda tá fazendo outros para serem jogadores de RPG (parabéns pelo filhilho Caco).

Para garantir a sobrevivência de qualquer coisa, é preciso fazer com que ela seja conhecida e trazer mais pessoas para que ajudem em sua proteção. Para que não nos sintamos abandonados, temos que começar a criar comunidades próximas e mostrar-lhes as nossas preferências e a nossa maneira de jogar, pois assim poderemos estar influenciando positivamente uma nova geração.

Sei lá, devaneios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caramba, quanta filosofia.</p>
<p>Pegando carona na conversa, como antigo jogador do primeiro D&amp;D, eu reclamei muito da falta de suporte de material descritivo nas terceiras edições.</p>
<p>Os livros &#8220;descritivos&#8221; de cenários abordavam muito mais as classes de prestígio, do que propriamente a descrição de geografia, história, costumes e relações entre os povos das regiões.</p>
<p>Em relação a Forgotten Realms, os livros que mais me impressionaram pela descrição foram o Silver Marches, Powers of Faerûn e o indiscutível Races of Faerûn, que infelizmente não ganhará uma versão traduzida.</p>
<p>Tenho certeza absoluta que a invasão de classes de prestígio e de milhares de talentos, tomando o espaço de material descritivo, foi o que decepcionou tanta gente, mais até que as matrizes de combate.</p>
<p>Essas, por sua vez, vieram resolver um problema, mas em compensação, acredito, geraram outro. Quando não se tinha a matriz o combate ocorria de maneira mais fluida e o fator estratégico era negligenciado, pois não existia regras que privilegiassem a estratégia, era chegar e atacar, pura e simplesmente. </p>
<p>Com a matriz de combate, exigiu-se algo mais. Não basta dizer que seu personagem está nessa posição, você o vê nessa posição. Esse recurso visual pode atrapalhar muito quem desenvolveu ao longo dos anos, uma visão tridimensional dos combates.</p>
<p>Eu, por exemplo, sou limitado nesse sentido, pois desde que comecei a jogar, já usava matrizes de combate de papelão com miniaturas de chumbo.</p>
<p>Escuto de alguns mestres/jogadores de D&amp;D que sentem-se abandonados, mas isso ocorre principalmente &#8211; não que seja a mesma razão para todos, devido ao fato de que os antigos não &#8220;se renovam&#8221; e nem procuram renovar o seu grupo, quando estes deixam de ser tão assíduos. </p>
<p>Alguns amam RPG, como eu, mas vemos alguns ao nosso redor perder o interesse, mas nos apegamos aos velhos hábitos, não frequentamos eventos de RPG para divulgar o hobbie, chamar mais gente para o jogo, somos bem diferentes do Caco (de Curitiba), que joga, que tem dois filhos que jogam com ele e ainda tá fazendo outros para serem jogadores de RPG (parabéns pelo filhilho Caco).</p>
<p>Para garantir a sobrevivência de qualquer coisa, é preciso fazer com que ela seja conhecida e trazer mais pessoas para que ajudem em sua proteção. Para que não nos sintamos abandonados, temos que começar a criar comunidades próximas e mostrar-lhes as nossas preferências e a nossa maneira de jogar, pois assim poderemos estar influenciando positivamente uma nova geração.</p>
<p>Sei lá, devaneios.</p>
]]></content:encoded>
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