WoDBrasil News #5: Pensando no futuro

Postado no dia 25 de junho de 2009 por Fabio Sooner em Colunas, Mundo das Trevas

sooner1Na esteira de Geist: the Sin-Eaters, esta semana começa um pouco mais recheada: as prévias do jogo finalmente destrincham os tipos de personagem, e o quickstart sai para download muito em breve. Terminei de ler os contos do Concurso Cultural Eu Criatura, e as escolhas estão feitas. No meio do caminho, penso um pouco em como o público que participou do concurso anda enxergando o novo Mundo das Trevas, e afinal lanço uma pergunta sobre a seção Vantagem: Arsenal e uma conjectura para as próximas semanas; o que será que vem por aí? Mistéeeerio… Ou nem tanto, basta ler a coluna toda…

“There is blood in all the shoes you’ve worn
from the people you’ve been stepping on
There is blood in all the things you say
I won’t hate you if you go away”

- Death from Above 1979

Raciocínio + Investigação
Anúncios, livros futuros, notícias!

geistskullPrévias e demos de Geist: E as coisas avançam. Entre a prévia mais recente e as informações passadas por fãs que tiveram a oportunidade de ler o roteiro introdutório no Free RPG Day, que aconteceu no fim de semana passado, já sabemos de algumas coisas. As “organizações sociais” do jogo, no final das contas, não são tão “sociais” assim e se assemelham mais com os Refinamentos de Promethean: the Created ou mesmo os Credos de Hunter: the Reckoning. Elas se chamam Arquétipos; são oito, e não cinco como usual; e funcionam em conjunto com Virtude e Vício para definir como o Sin-Eater recupera Plasma. Os Arquétipos resumem como o Sin-Eater lida com a sua condição, e vão desde aqueles que usam suas novas habilidades para ganhos materiais (Bonepickers) àqueles que matam “quem não merece viver” (Reapers), passando por aqueles que tentam aproveitar o dia ao máximo (Celebrants). A maneira como o Sin-Eater morreu é o outro vetor, chamado de Threshold; são 5, associados com os cavaleiros do apocalipse (sim, há 5 aqui), e incluem morte por Violência, Deprivação, pela Natureza, por Doença e pelo Acaso. Os Thresholds indicam a que Keys os Sin-Eaters têm acesso, e estas são combinadas com as Manifestations para gerar habilidades especiais (ou seja, formam os poderes dos Sin-Eaters). Já a prévia nos mostrou que os mortais que se tornam Sin-Eaters já tinham alguma experiência com a morte antes mesmo de (quase) morrerem: uma menina vê fantasmas, um cara ouve vozes, uma mulher consegue olhar para alguém e saber exatamente quando este alguém vai morrer, e assim por diante. Aos poucos, uma figura vai se formando: aguardem um jogo de fantasmas com raízes ainda mais fincadas no mundo real do que os outros dois anteriores (Wraith: the Oblivion e Orpheus).

geistquickstart●● Quickstart de Geist: Segundo Eddy Webb, desenvolvedor de Produtos Alternativos da White Wolf, o roteiro introdutório de Geist: the Sin-Eaters vai ficar disponível para download na próxima sexta-feira, dia 26! O roteiro sai primeiro no DrivethruRPG (gratuitamente) e, alguns dias depois, no próprio site da WW (idem). Além disso, a capa do roteiro apareceu no eBay – e você pode vê-la ao lado. Com sorte, consigo lê-lo a tempo de mestrá-lo na RPGCon… Alguém aí está interessado em jogá-lo?

Presença + Expressão
Últimos lançamentos

Sem lançamentos esta semana – pelo menos não ainda. Calma, que o roteiro de Geist vem em dois dias…

Um Ponto de Força de Vontade
Pensando alto, resmungando, ruminando

Esta semana, finalmente terminei de ler todos os contos e mandei os meus votos. E nesse processo todo, percebi mais algumas coisas que, sob certa perspectiva, podem ser reveladoras quanto a como o público brasileiro tem encarado o novo Mundo das Trevas.

logo_eucriatura

Antes de mais nada, tem o seguinte. Na semana passada, reclamei um tanto de como os contos baseados em vampiros estavam muito parecidos, a grande maioria retratando a primeira noite de um Amaldiçoado, geralmente sob uma perspectiva bem sofrida, exagerada, hiper-dramática, pra não dizer emo mesmo. E olha que eu sou o primeiro a dizer que Vampiro (seja Réquiem, seja Máscara) não é um jogo de aventura e que o vampirismo como Maldição deveria sempre estar presente em uma crônica, ainda que de forma leve.

E é isso que me leva a ver também o lado bom da coisa. Sim, a maioria dos contos era previsível. Mas por outro lado, o número de contos com um viés aventuresco – e não só levando em conta os baseados em vampiros – não deu pra encher uma mão. Sim, em 101 contos, no máximo dois ou três eram francamente aventurescos, ou seja, tratavam o cenário do Mundo das Trevas como se fosse um Mutantes & Malfeitores com vampiros, lobisomens, magos, changelings, criaturas prometéicas e fantasmas servindo de “classes” de personagem.

vampiremarvelPara quem se acostumou a reclamar que o antigo Mundo das Trevas havia degenerado para um cenário de fantasia mezzo-gótica com super-monstros-heróis em um mundo apocalíptico, perceber isso em um concurso como esse foi uma bênção. Se por um lado muitos ainda não perceberam o escopo do que se pode fazer com Réquiem, pelo menos (quase) todos perceberam que o cenário do novo Mundo das Trevas tem outro tom – mais pé-no-chão, mais duro, com menos espaço para decisões em preto e branco e dungeon crawls mal disfarçadas (nada contra, tudo a favor da diversão; é só que para isso há jogos bem mais apropriados).

E para quem ficou curioso, a contagem final de acordo com as pastas que criei ficou assim:

  • Lixo: 33 contos
  • Razoável: 27 contos
  • Bom: 29 contos
  • “Já Ganhou”: 12 contos (um deles imediatamente renomeado para “É Campeão” assim que o li, e mesmo depois dos outros 20 contos que ainda faltava ler, ele continuou na liderança)

De resto, é esperar o resultado – e talvez uma novidade interessante depois disso. Boa sorte a todos!

Vantagem: Arsenal
O que chegou na prateleira de casa

Como avisado na semana passada, chegaram World of Darkness: Immortals e Ancient Bloodlines (finalmente!). Não tive tempo de folheá-los ainda, mas também me pergunto se preciso ter pressa. Mesmo no blog WoDBrasil, raramente alguém perguntava algo sobre os livros que dizia ter recebido em casa; e desde o renascimento do blog na forma desta coluna, ninguém perguntou nada sobre os livros mencionados nesta seção.

E não é difícil de saber o porquê: quem tem interesse nos últimos lançamentos, aqueles saindo do forno, provavelmente lê em inglês e tem acesso aos PDFs (piratas ou não) dos livros quase que imediatamente. Então, pergunto: vale a pena manter a seção Vantagem: Arsenal? Em caso negativo, vou passar o próximo fim de semana remodelando-a para acomodar outros tipos de perguntas, com outro nome, outra cara… E, enquanto isso, pago parte de uma dívida com o leitor Tenório, que me fez algumas perguntas há muito tempo nos comentários da coluna, e até então não tive tempo de responder.

ChangelingTheLostCoverUma delas era sobre onde achar material sobre o mundo das fadas e seus habitantes além de Changeling: the Lost. E a resposta que posso dar é: até onde eu sei, só no roteiro introdutório gratuito do jogo, pelo menos se você quiser alguma coisa mais concreta. O novo Mundo das Trevas é modular – o que significa que cada linha, ainda que parte de um mesmo cenário geral, é independente, e uma não entra no território da outra de nenhuma maneira muito significativa.

Quando sai alguma coisa sobre uma linha em um suplemento de outra ou da linha básica, o que se vê são informações muito resumidas – às vezes em apenas um parágrafo, como os resumos dos temas de cada jogo na introdução de World of Darkness: Armory Reloaded ou as rápidas descrições das diversas criaturas na seção de antagonistas dos jogos World of Darkness: Innocents e Hunter: the Vigil.

Como a intenção é usar alguns elementos féericos em uma crônica com influências de Arquivo X e Supernatural, uma opção é esquecer que existe um cenário inteiro devotado a changelings e criar suas próprias fadas, ogros, sátiros e afins a partir de algum suplemento da linha básica. Para aconselhar as melhores opções para isso, ainda preciso ler alguns suplementos – já ouvi dizer que Midnight Roads tem uma boa dose de tais elementos, como por exemplo um circo itinerante com criaturas feéricas próprias, mas ainda não o li direito.

Embora eu ache que a melhor opção sempre vai ser ir direto a Changeling, que é bastante abrangente e vai dar mais opções do que qualquer outra coisa por um custo a mais de, sei lá, 25%. E também vale lembrar que não é preciso “seguir uma linha de jogo” para usar bem o cenário – este é o novo Mundo das Trevas, não o antigo, onde às vezes ter apenas o livro básico dava a sensação de que você não tinha o cenário completo.

Teste de Moralidade
E se fosse Call of Chtulhu, seria de Sanidade…

Por essa eu realmente não esperava

Fim da sessão

Retomando as perguntas do Tenório, encerro a coluna de hoje avisando que agora vou ter um tempo extra para escrever mais matérias e artigos para o d3System, além da coluna semanal. Um dos motivos pelos quais não respondi a pergunta principal dele foi exatamente esse – não dá para comentar “o que você prevê para o futuro [do MdT]?” em cinco linhas, anda mais sobre o viés do novo cenário ser mais “adulto” (prefiro a palavra “maduro”, que tem uma conotação um pouco diferente).

Vamos ver o que sai. Enquanto isso, divirtam-se!

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13 Comentários

Álvaro Guedes

25 de junho de 2009

A capa de Geist é linda! Sooner, você ainda manterá um espaço de resenhas? É que pensei em lhe enviar, assim que estiver pronta (é claro), minha resenha do Skinchangers que escrevi nos moldes das suas…o que acha?

salvaterra

25 de junho de 2009

a capa do geist me dá comichões. pena eu não poder ir até a rpgcon para ver as mesas com o roteiro introdutório e nem tempo de experimentar em casa com minha esposa. meu inglês é ruim, mas na necessidade, como quando PRECISO jogar um jogo assim, ele acontece.

as informações acerca do concurso eu, criatura são muito bem vindas – aguçou demais a curiosidade, enquanto o resultado não vem. os outros jurados podiam irem postando suas impressões também , assim como você vem fazendo, sooner. queria ler também o que o felipe velloso rumina enquanto lê os contos.

Fabio Sooner

25 de junho de 2009

Sooner, você ainda manterá um espaço de resenhas?

Resenhas mesmo iam no wodbrasil.com, e não no blog, logo não pretendo publicá-las no meio de uma coluna que já não sai pequena…

Falta tempo de ler os livros novos inteiros, quanto mais de fazer resenha. A essa altura, nem vale mais a pena correr atrás para atualizar o wodbrasil.com alimentando coisas de um ano atrás e sim recomeçar do zero, reaproveitando os textos e, quem sabe, usando uma ferramenta de publicação automática (de verdade, não um blog inserido no site).

Vamos ver como as coisas andam.

as informações acerca do concurso eu, criatura são muito bem vindas – aguçou demais a curiosidade, enquanto o resultado não vem. os outros jurados podiam irem postando suas impressões também , assim como você vem fazendo, sooner. queria ler também o que o felipe velloso rumina enquanto lê os contos.

Comentários sobre (alguns d)os contos são bem-vindos, então? Aguarde, que talvez (eu disse talvez, veja bem) o seu desejo seja atendido de uma maneira peculiar… ;-)

Leandro R. Fernandes

25 de junho de 2009

Sooner, o quickstart do Geist foi disponibilizado há pouco no DriveThru!

Tenório

25 de junho de 2009

Putz, cara, muito obrigado!

Valeu pelas respostas….. Sei que sou meio contramão da História, afinal ainda não entrei de cabeça no hype 4ª Edição, e gosto muito de ler o que você tem a dizer sobre o Mundo das Trevas…..

Por mim, você continua a escrever sobre os mais novos lançamentos, até pra gente guardar dinheiro e afinar o inglês…. Ainda acho que a Devir vai dar um gás bem grande no D&D……

Também acho legal quando você dá dicas para os mestres bolarem novas aventuras….. Falar da revistra Mundo Estranho foi muito legal….. Recomendo “O Livro dos Fenômenos Estranhos” e “Os 100 Maiores Mistérios do Mundo”….. Tem tudo a ver com a temática do Mundo das Trevas…..

E também estou pensando em adaptar o jogo Fallout 3 para o novo WOD……… O que você acha????

Abraços!

Lucas Wathas

26 de junho de 2009

Bem, só posso falar por mim mesmo: Eu preferiria que você não apagasse a Arsenal dos posts futuros. Eu não pergunto, mas gosto de ler as suas impressões sobre os livros, e isso eu acho bem legal.

Então só pra quebrar o costume: O que achou da parte que fala de Portugal (e por tabela, do Brasil)? Eu não li quase nada, mas ainda acho que eles poderiam perguntar para os brasileiros/portugueses do fórum alguns nomes melhorzinhos.

Ah, queria sua opinião antes, mas como não deu, vou perguntar assim mesmo: Comprei Hunter pela Amazon pelo shipping mais barato de lá, você usa esse também? Demora o tanto quanto eles dizem demorar?

Eu tava em dúvida se eu comprava Promethean ou Hunter, mas decidi pelo último por aparentemente ter uma versatilidade maior. E eu também não tenho tanta experiência como narrador assim para narrar Promethean.

Nossa, desculpe pelo comentário (quase um post) tão grande, mas me empolguei. Pena eu ser de BH, senão eu até iria ao RPGcon, estou afim de jogar Geist, etc.

Enfim, é isso aí. Continue com o bom trabalho!

Fabio Sooner

26 de junho de 2009

Putz, cara, muito obrigado!

Imagina, disponha, eu tô aqui pra isso ;-) A “vida real” atrapalha, mas sem ela eu não poderia acompanhar o MdT, então…

Valeu pelas respostas….. Sei que sou meio contramão da História, afinal ainda não entrei de cabeça no hype 4ª Edição, e gosto muito de ler o que você tem a dizer sobre o Mundo das Trevas…..

Mais uma vez obrigado, mas eu posso te pedir um favorzão?

4ª Edição não! :D
O novo cenário não é uma continuação do anterior, afinal de contas. Vampiro: o Réquiem pode passar essa impressão por reusar alguns nomes de clãs e de “cargos vampíricos”, mas parou aí.

Também acho legal quando você dá dicas para os mestres bolarem novas aventuras….. Falar da revistra Mundo Estranho foi muito legal….. Recomendo “O Livro dos Fenômenos Estranhos” e “Os 100 Maiores Mistérios do Mundo”….. Tem tudo a ver com a temática do Mundo das Trevas…..

Anotado, estou precisando de novas fontes ultimamente…

E também estou pensando em adaptar o jogo Fallout 3 para o novo WOD……… O que você acha????
Abraços!

Cara, eu acho Fallout 3 o melhor jogo de computador já feito e que não vai ser superado nem em 10 anos, então eu acho ÓTIMO :D

Embora realisticamente falando, na prática seria o caso de adaptar para o *sistema*, porque o cenário em si não vai te ajudar muito. A premissa é outra, não tem apocalipse no horizonte, não tem criaturas mutantes, enfim, as diferenças são vastas.

Um “suplemento” que funcionaria muito bem como base, na verdade, seria o Monte Cook’s World of Darkness. A versão do Monte Cozinheiro É um cenário diferente, autônomo, e de viés apocalíptico (ou quase-apocalíptico – o mundo não acabou, mas QUASE). Mas aí as regras são d20. Se tu está acostumado com elas, eu diria que é a melhor aposta para o seu jogo de Fallout 3.

Abraços!

Fabio Sooner

26 de junho de 2009

Bem, só posso falar por mim mesmo: Eu preferiria que você não apagasse a Arsenal dos posts futuros. Eu não pergunto, mas gosto de ler as suas impressões sobre os livros, e isso eu acho bem legal.

Então… De qualquer maneira seria uma boa pelo menos reformular a seção, porque na prática eu não comento sobre os livros que recebo nela, e sim na seção de Lançamentos mesmo, antes de recebê-los.

Comentários sobre os livros que estão saindo sempre vai ter, espero ;-)

Então só pra quebrar o costume: O que achou da parte que fala de Portugal (e por tabela, do Brasil)? Eu não li quase nada, mas ainda acho que eles poderiam perguntar para os brasileiros/portugueses do fórum alguns nomes melhorzinhos.

Eu li essa parte por alto no Ancient Mysteries. Sim, poderiam ter perguntando, como fizeram com Changeling e a Ordem dos Cavaleiros Matadores de Dragão (ou algo assim). Teve gente nos fóruns reclamando disso.

Mas é algo menor, acho. Foram só uma ou duas palavras. Muito pior era no Vampiro 2ª edição, em que chegaram a publicar uma personagem (Mercy, inquisitora do Sabá) que tinha nascido e vivido como mortal no Rio, mas falava espanhol e praticava Santeria… No novo MdT nunca vi disparate nem 10% semelhante.

Ah, queria sua opinião antes, mas como não deu, vou perguntar assim mesmo: Comprei Hunter pela Amazon pelo shipping mais barato de lá, você usa esse também? Demora o tanto quanto eles dizem demorar?

Demora, e dê ainda mais uns 2 dias se acabar o prazo e não chegar. Só então reclame com a Amazon, que eles mandam outro se tiver extraviado.

Na prática, nunca me aconteceu. Sempre chegou dentro do prazo marcado, ou nesses dois dias de “lambuja”. Mas por conta da demora e do risco – é o Correio brasileiro, afinal – agora só compro de “pacote” (pelo menos 3 livros por vez) e peço no envio expresso, que demora 3 dias úteis. Pago o equivalente a 10-15 dólares de envio por livro mas não tenho dor de cabeça nenhuma.

Nossa, desculpe pelo comentário (quase um post) tão grande, mas me empolguei. Pena eu ser de BH, senão eu até iria ao RPGcon, estou afim de jogar Geist, etc.
Enfim, é isso aí. Continue com o bom trabalho!

Servir (e se divertir) bem para servir (e se divertir) sempre! :D

Vamos ver que bicho vai dar com quickstart de Geist. Já li boa parte dele e vou imprimir em uma gráfica rápida hoje para ler o resto.

Aliás, se metade das coisas que o quickstart referencia por alto mas não explica forem detalhadas no jogo, tenho a séria impressão que Geist vai ser meu jogo favorito do novo MdT com certa folga, batendo até Promethean. E a história do quickstart parte dos assasinatos cometidos pelo “Son of Sam”, um serial killer famoso de Nova York… Simplesmente genial.

Tenório

26 de junho de 2009

Sooner,

Só corrigindo…. Quando falo do hype do quarta edição, me refiro ao D&D….

E, quanto ao Fallout 3, estou pensando em utilizar algumas regras de um suplemento de Alternity, chamado Tangents, para fazer uma campanha pro Mundo das Trevas…. Neste caso, como o suplemento fala de viagem no tempo, caberia como uma luva….

Como te disse, minha linha de campanha é estilo X-Files, Fringe, Supernatural…..

Lucas Wathas

26 de junho de 2009

Vixe, cê até me deixou preocupado agora. O problema são as opções de envio, em que a mais rápida custa mais que o próprio livro em si. E pela data estimada por eles, acho que vai compensar mais comprar o Geist, com um frete mais caro. Perigoso chegar antes até.

Acho que vou pedir pelo Expetited que é a opção do meio.

Agora a pergunta chata: Só sei narrar o Básico e Vampiro mesmo, qual livro você acharia melhor comprar, dentre Hunter, Prommie, ou Geist (mesmo não tendo muitas idéias do como é o jogo ainda)?

Bem, valeu pelas respostas!

Fabio Sooner

27 de junho de 2009

Só corrigindo…. Quando falo do hype do quarta edição, me refiro ao D&D…

Ops! Desculpe, é que eu tinha acabado de ler alguém se referindo ao novo MdT como “4ª edição” e acabei associando com o seu comentário.

Vixe, cê até me deixou preocupado agora. O problema são as opções de envio, em que a mais rápida custa mais que o próprio livro em si.

Se você pede só um, sim. Por isso que só peço de bolo, pelo menos 3 por vez, juntando meus livros de MdT com os que a minha esposa pede.

Quando se chega a 3 livros, o envio na forma mais barata sai em torno de 25 dólares, enquanto no Express sai 50 dólares. “Ah, é o dobro!”, mas por outro lado é uma adição de cerca de 8 dólares, ou 16 reais, ao envio por livro. Vira uma questão do quanto você quer pagar não só pelo prazo, e sim pela segurança e conforto, já que no Express os livros vêm de FedEx/DHL/UPS e passam longe dos Correios. Eu prefiro pagar isso para não ter nem 1% de dúvida e não ter que recorrer à Amazon caso um pacote dela extravie.

E pela data estimada por eles, acho que vai compensar mais comprar o Geist, com um frete mais caro. Perigoso chegar antes até.

Sim, se você pedir no Express e eles mandarem o livro até 4 dias úteis antes da data de lançamento oficial, você o recebe antes dessa data.

Mas não fica com medo do que você já pediu não, vai chegar. Pode chegar aos 46 do segundo tempo, mas chega. E mesmo que não chegue, a Amazon repõe sem pestanejar.

Acho que vou pedir pelo Expetited que é a opção do meio.

Se quiser tentar vai fundo e me conta como foi. Eu nunca tentei porque esta opção só resolve a questão da espera sem tocar nas outras duas questões cruciais pra mim, que são 1. Os Correios brasileiros e 2. Número de tracking. Eu aceito (1) se tiver acesso a (2), e pelo que eu vi o Expedited usa (1) sem oferecer (2), então não o considerei ainda.

Agora a pergunta chata: Só sei narrar o Básico e Vampiro mesmo, qual livro você acharia melhor comprar, dentre Hunter, Prommie, ou Geist (mesmo não tendo muitas idéias do como é o jogo ainda)?

Olha, a princípio, eu acho que você sempre deve ir no jogo que tem o tema que mais lhe interessar agora. Reduz a coisa ao básico do básico: caçar monstros, ser um monstro que repele as pessoas e tentar se tornar humano, ou ser um híbrido de mortal com fantasma que consegue ver os mortos?

Isso dito, sim, tem a questão de como Promethean parece “pedir” narradores mais experientes por conta do tema. Mas hoje em dia eu acho que isso é muito mais uma função de maturidade do que de experiência (são duas coisas diferentes). Se você escolher o Promethean porque gosta do tema como resumido acima, eu imagino que vá saber lidar com ele, independente da experiência como Narrador.
(não é como se você estivesse escolhendo o jogo apenas por, sei lá, a oportunidade de jogar com criaturas que não ficam desacordadas e não sofrem penalidades por dano ou algo assim).

Então, escolha o jogo pelo tema e vá fundo, não se preocupe com isso. Eu acho os dois já lançados (Hunter e Promethean) excelentes, e o roteiro de Geist promete, então não vou dar pitaco.

Lucas Wathas

27 de junho de 2009

Bem, vou continuar com o Expedited, mas não achei essas informações de envio não (correio, Fed/Ex, etc).

Acho que vou comprar o Promethean também. Antes eu tava na dúvida se eu comprava o Hunter ou não porque dava aquela impressão “Eu posso narrar Hunter sem o Hunter”. Mas aí desencanei e comprei ele mesmo, o problema é que não está no estoque, então eu vou ter que esperar ainda mais. Outra coisa é a dúvida “Será que compro esse importado? E se sair aqui?”, mas pensei “Sei inglês, e o livro sai mais barato importado do que aqui”. Enfim, só tô enchendo o saco mesmo.

Obrigado pela dica, mesmo não dando pitaco =D

Enfim, como anda o Geist? Gostando? Não li muito, porque dá preguiça ler no pc. Até pensei em imprimir, e acho que farei isso. Quem sabe eu até não narro?

Enfim, valeu mesmo!

salvaterra

30 de junho de 2009

“Comentários sobre (alguns d)os contos são bem-vindos, então? Aguarde, que talvez (eu disse talvez, veja bem) o seu desejo seja atendido de uma maneira peculiar… ;-)”

opa!
SE acontecer de algum conto meu calhar de ser comentado nesse inventário sobre o concurso autorizo desde já a descer a lenha sem remorso. se bem que eu acho que desceriam a lenha sem autorização mesmo. só estou notificando meu consentimento.

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